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Ellen Jabour e Eduardo Pires participam do filme “A Engrenagem”
Filme transmite mensagem de preservação do meio ambiente e tem a participação voluntária de artistas
Na semana em que o Brasil é sede das discussões da Rio+20 (ONU), que reúne líderes do mundo todo para discutir como transformar o planeta em um lugar melhor para se viver, ocorreu a gravação do filme “A Engrenagem”, com a participação voluntária da apresentadora e modelo Ellen Jabour e do atorEduardo Pires (Rebeldes). Os artistas se reuniram no domingo 17, na produtora OXcine para gravar a narração do curta.
Com duração de 13 minutos, é inspirado no A História das Coisas. “A Engrenagem” tem roteiro e direção da cineasta Denise Gonçalves (A Carne é Fraca e Não Matarás) e animação de Airon Barreto (Cosmic Cartoons) e tem o objetivo de alertar e levantar algumas questões como “Você já se perguntou de onde vem nossa comida? Quais os impactos que ela nos traz? A ENGRENAGEM responde. "
O filme foi idealizado por Paulo Bambini Vasconcellos, antigo proprietário de uma empresa de exportação de carnes (West Meat) e realizado pelo Instituto Nina Rosa- projetos por amor à vida. Com lançamento previsto para breve, será veiculado pela internet.
Porcos, aves e vacas são os animais que mais sofrem maus-tratos no mundo
67 bilhões de porcos, aves e vacas são expostos, anualmente, a condições de crueldade, segundo a FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, o que coloca esses três bichos nas primeiras posições do ranking dos animais que mais sofrem maus-tratosem todo o mundo.
Os culpados por tanta crueldade? Os consumidores de carne, ovos e laticínios, já que esses animais são maltratados, exclusivamente, para a produção de alimentos. Quem manda o recado é a HSI – Humane Society Internacional-Brasil, que para mudar essa realidade está promovendo no país uma campanha em prol do bem-estar dos animais de produção.
O foco central da ação não é levantar a bandeira do vegetarianismo, mas sim do consumo consciente. Hoje, no Brasil, mais de 70 milhões de galinhas são trancafiadas em “gaiolas em bateria”, que são superlotadas e não tem espaço nem para as aves abrirem as asas. A situação dos suínos não é diferente: cerca de 1,5 milhão de porcas reprodutoras estão confinadas em “celas de gestação”, que são baias individuais de metal onde as fêmeas não conseguem nem se virar. Tanta crueldade é necessária?
“Queremos mostrar que, assim como os cães e gatos, estes animais são sensíveis, sociáveis e inteligentes e, portanto, merecem o nosso respeito. Queremos que, além de reduzir o consumo de carne, leite e ovo, o consumidor se recuse a comprar daqueles que produzem com crueldade”, disse Guilherme Carvalho, que é gerente de campanhas da HSI-Brasil. “Essa é a hora de nos mobilizarmos, porque a previsão é de que, entre 1999 e 2050, a produção de carne e leite dobre. Consequentemente, o bem-estar animal estará cada vez mais comprometido”, completou.
Além de conscientizar o consumidor, a organização também está dialogando com produtores, governantes e varejistas, em busca de mudanças institucionais que garantam o respeito àsnecessidades básicas dos animais de produção. A HSI ainda atua em uma porção de outros países, defendendo um série de causas em prol dos bichos, como o fim dos testes em animais e do tráfico de espécies selvagens. Conheça um pouco mais do trabalho da organização aqui.
Fonte: Super Interessante
A vaca louca e o boi verde, por José Otavio Carlomagno, engenheiro agrônomo
A doença da vaca louca: todo mundo já ouviu falar dela, mas pouca gente sabe do que se trata. Outra coisa, todo mundo deve ter notado que há alguns anos fez-se um barulho muito grande nos países europeus, pessoas que comeram carne de gado com a doença morreram, mas de repente o barulho cessou e pouco se tem falado sobre essa doença. Em 2010 houve um surto no Canadá e alguma notícia surgiu na mídia, mas logo em seguida não se ouviu mais falar sobre o assunto. Vou tentar resumir o que é a doença e mostrar o que ela tem a ver com o desmatamento no Brasil.
O nome ‘vaca louca’ se deve aos sintomas que a doença produz nos animais. Tecnicamente a doença se chama Encefalopatia Espongiforme Bovina, traduzindo: doença que dá aspecto de espoja a tecidos nervosos dos bovinos. Este aspecto de esponja somente é visível ao microscópio óptico. Essa doença já foi observada em humanos, gatos, ovinos, cabras, camundongos. É uma doença esporádica e cada espécie atacada tem um agente patogênico específico apesar, porém todos apresentam similaridades e podem se tornar variantes em outras espécies, por esse motivo o agente que causou a doença em bovinos também a causou em humanos que consumiram a carne bovina infectada.
Na década de 1980, quando foram relatados os primeiros sintomas na Inglaterra e França, não se sabia ao certo qual é o agente causador da doença. Pensou-se, de início, que o gado atingido tinha ingerido herbicida, pois este produto causa distúrbios neurológicos em mamíferos, depois se pensou em bactéria, vírus, até se chegar ao príon que é uma proteína que pode se replicar de forma autônoma, não tem os componentes de uma célula, nem DNA, é somente uma molécula de proteína. Mas ainda não se tem certeza absoluta de que o agente patológico sejam os príons.
Como já disse antes, a doença é esporádica, mas por que virou epidemia na Europa? Os bovinos são herbívoros, isso todo mundo sabe, mas na Europa, por falta de espaço ou outro motivo, a maioria do rebanho é criada em condições de confinamento total ou parcial. Daí os animais não mais pastam, pois são alimentados com rações. As rações são balanceadas e após estudos decidiu-se acrescentar proteínas de origem animal às rações, a fonte mais barata dessas proteínas são os próprios restos de carne e farinha de ossos de bovinos, inclua-se aí cérebro de bois e vacas que eram portadores da doença Encefalopatia Espongiforme Bovina. Desse modo a disseminação da doença foi rápida e atingiu nível de epidemia, inclusive com morte de seres humanos que consumiram carne de animal doente e adquiriram a doença.
O ser humano tem ideias fantásticas, principalmente quando se trata de afrontar a natureza. Pense bem, transformaram os bovinos, ovinos e caprinos, que são animais herbívoros, em carnívoros e canibais, pois comem na ração restos de animais da mesma espécie. Não digo essa ironia por achar que a natureza se vinga, porque não é isso, a natureza não se vinga e nem pratica justiça, piedade, nada disso, não é necessário ser doutor em alguma coisa para saber que dar carne a herbívoro é um completo absurdo, mas a ganância sempre fala mais alto. Sempre há quem defenda esse tipo de procedimento, ou também lotar um aviário com 11 aves por metro quadrado, num ciclo de 45 dias e na ração acrescentar doses cavalares de hormônio de crescimento e antibióticos, para que as aves cresçam sem doenças. Uma boa propaganda na tevê encobre tudo.
O Brasil não teve problemas com a doença da vaca louca: o rebanho brasileiro é criado a pasto, há muito pouco confinamento de gado de corte no país. Somente a pecuária leiteira usa mais rações e concentrados na alimentação do rebanho.
Na década de 1980, estimava-se que o Brasil atingiria 200 milhões de cabeças de gado bovino somente em 2015, com uma taxa de abate de no máximo 17%. Em 2001 o país tinha 157 milhões de cabeças, pois bem em 2010 o Brasil já possuía 205 milhões de cabeças com taxa de abate de 21,5%. É o segundo maior rebanho do planeta, só perde para a Índia. Esse incremento se deve ao crescimento das exportações para Rússia, União Européia, China e USA. Na Europa o boi brasileiro passou a ser chamado de ‘boi verde’, criado de maneira ‘natural’, a pasto, sem rações, somente com um pouco de hormônio contrabandeado do Paraguai, mas isto não faz mal.
Segundo o INPE, no período de 2001 a 2010 foram desmatados na Amazônia Legal aproximadamente 157 mil km² de desmatamento raso, em que a terra fica totalmente nua para o plantio de lavoura ou grama, sendo que os estados campeões de desmatamento foram Mato Grosso, Pará e Rondônia, responsáveis por 60% da área desmatada. Coincidentemente foram nesses três estados que o rebanho de ‘boi verde’ aumentou vertiginosamente, tanto que Mato Grosso tornou-se o segundo maior exportador de carne bovina, só perdendo para São Paulo.
Os europeus estão comendo nossas florestas, estamos exportando nossas florestas para os estadunidenses comerem-na na forma de hambúrguer. Por isso quase não se fala mais em vaca louca, eles têm a Amazônia para desmatar e colocar o ‘boi verde’, evidentemente com ajuda dos lacaios patrícios nossos, que não vêem problema em de depredar tudo, sujar a água para a população dos países ricos desfrutar a carne do ‘boi verde’. Isso me faz perguntar: será que algum dia o Brasil vai perder o complexo de colônia, de quintal dos ricos? Viva o Brasil, viva o boi verde.
Fonte: Vanguarda Abolicionista
COMER CARNE É PREJUDICIAL À SAÚDE
Pesquisadores da Harvard afirmam que o consumo de carne está associado ao maior risco de mortalidade por doenças cardiovasculares e câncer O estudo foi publicado online na revista Archives of Internal Medicine. "Nosso estudo adiciona mais provas para os riscos que o consumo de grandes quantidades de carne vermelha representam para a saúde, associado, em outros estudos, a diabetes tipo 2, doença coronariana, acidente vascular cerebral e certos tipos de câncer", disse An Pan, um dos autores da pesquisa, do Departamento de Nutrição da Harvard School of Public Health (HSPH) Os pesquisadores, incluindo o autor sênior Frank Hu, professor de nutrição e epidemiologia na HSPH, e colegas, observaram prospectivamente 37,698 homens doHealth Professionals Follow-up Study por até 22 anos e 83,644 mulheres no Nurse’s Health Study por até 28 anos, que estavam livres de doença cardiovascular e câncer no início. Suas dietas foram avaliadas por meio de questionários a cada quatro anos. 23.926 mortes foram documentadas nos dois estudos, das quais 5.910 foram por doenças cardiovasculares e 9.464 por câncer. O consumo regular de carne vermelha, particularmente de carne vermelha processada, foi associado ao aumento do risco de mortalidade. Uma dose diária de carne vermelha não processada foi associado ao aumento de 13% no risco de mortalidade, e uma dose diária de carne vermelha processada (um cachorro quente ou duas fatias de bacon) foi associada a 20% do aumento desse risco. Dentre as causas específicas, os aumentos correspondentes de risco foram de 18% e 21% para a mortalidade cardiovascular, e 10% e 16% para mortalidade por câncer.Estas análises levaram em conta fatores de risco de doenças crônicas, tais como idade, índice de massa corporal, atividade física e histórico familiar com doença cardíaca ou câncer. A carne vermelha, especialmente a processada, contém ingredientes que têm sido associados ao aumento do risco de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer. Estes incluem: ferro heme, gordura saturada, sódio, nitritos, e certos agentes cancerígenos que são formados durante o cozimento. Uma porção de carne vermelha quando substituida por uma fonte de proteína saudável está associada ao menor risco de mortalidade(...) Os pesquisadores estimaram que 9,3% das mortes em homens e 7,6% emmulheres poderiam ter sido evitadas ao final do follow-up se todos os participantes tivessem consumido menos de 0,5 porções diárias de carne vermelha. "Este estudo fornece evidências claras de que o consumo regular de carne vermelha, especialmente carne processada, contribui substancialmente para a morte prematura", disse Hu. "Por outro lado, a escolha de fontes mais saudáveis de proteína no lugar de carne vermelha pode trazer benefícios significativos para a saúde, reduzindo a morbilidade e mortalidade por doenças crônicas." |
Instituto Nina Rosa - Projetos por amor à vida Organização independente sem fins lucrativos Para receber este informativo, cadastre seu e-mail em http://migre.me/NKtt Twitter: @ninarosabras |
PENSE NISSO...
Galera, olha que absurdo!
Nenhuma emissora de tv quer veicular as informações a favor do vegetarianismo e contra a maior chacina de animais do mundo.
Sabe, aquele comercial Pense Nisso?
Pois é, o pessoal do INR entrou em contato com a Gazeta, Globosat (Multishow, Gnt, Sportv..), Turner ( TNT, Warner Bros, Glitz), MTV ... e nenhuma teve a Coragem de Fazer o Bem e mostrar a verdade.
Teve uma que confessou que por enquanto eles não tem interesse, pois são patrocinados pela indústria da carne.
E a transmissão não era de graça não!
Um doador ofereceu pagar tudo em prol dos animais. Isso é censura! É manipular a informaçaão e a população!
Esse vídeo é um serviço público! É dar direito a população conhecer (só um pouqinho, né?!) a realidade e poder optar por construir uma sociedade mais pacífica.
Se eles não querem exibir porque têm o rabo preso, vamos usar o poder que temos nos dedos e fazer o vídeo bombar na rede!
Se eles não querem exibir porque têm o rabo preso, vamos usar o poder que temos nos dedos e fazer o vídeo bombar na rede!
Voltei de férias... reflexões
Pessoal voltei de férias, e infelizmente me deparei com tantos acontecimentos tristes para os animais.
Quando as pessoas entenderão que os animais possuem vida e não são objetos nos quais elas podem descontar suas frustrações?
Animais arrastados por carros, enterrados vivos, espancados até a morte, jogados de prédios, esfaqueados... São tantos acontecimentos horrorosos, no fim de ano e no inicio deste, que me causa tristeza voltar de férias.
Isso sem falar na matança de animais para abastecer as Ceias de Natal, já pararam para pensar se essa era a mensagem de Jesus? Será que Jesus queria tanta matança de inocentes para comemorar o seu nascimento? Comemorar um nascimento com mortes... incoerente!
Humanidade
“Tão logo põe a cabeça para fora do túnel escuro e apertado que o conduz rumo ao amplo salão iluminado, o jovem adulto S., de cinco meses, encara seu destino. Tem só cinco segundos antes que dois eletrodos despejem em seu cérebro 1,3 ampère de eletricidade. Ele ficará inconsciente. O tempo é curto, mas S. pode ver, logo abaixo, uma esteira rolante que leva os corpos de seis outros adultos, jovens como ele. Da altura do coração de cada um, verte um grosso jorro de sangue. S. é o próximo da fila.
A Força da Vontade
Hoje, um menino que estuda na minha sala veio conversar comigo no recreio.
É aquele que vive me chamando de ‘verdinha’, lembram dele?
Pois é, ele tem demonstrado que está querendo aprender algumas coisas sobre os direitos dos animais.
Tudo bem que a conversa quase sempre acaba em confusão, porque ele diz umas coisas totalmente sem noção e eu perco a calma.
Eu até falei pra Tia Vera sobre isso, mas ela me falou que eu preciso ter paciência, porque cada um tem um caminho a percorrer. Tudo bem, prometi que ele não me tiraria mais do sério.
É aquele que vive me chamando de ‘verdinha’, lembram dele?
Pois é, ele tem demonstrado que está querendo aprender algumas coisas sobre os direitos dos animais.
Tudo bem que a conversa quase sempre acaba em confusão, porque ele diz umas coisas totalmente sem noção e eu perco a calma.
Eu até falei pra Tia Vera sobre isso, mas ela me falou que eu preciso ter paciência, porque cada um tem um caminho a percorrer. Tudo bem, prometi que ele não me tiraria mais do sério.
Dessa vez, ele começou dizendo que admira muito o meu jeito de ser, respeitando os animais, e que isso era muito legal. Estava até animada com o papo, quando veio o balde de água fria. Ele falou, imagina só, que não conseguiria viver sem comer carne, sem beber leite. Eu olhei bem pra ele, e disse, na maior calma, seguindo o conselho da Tia Vera: “Não é que você não consiga. No fundo, é porque você não quer. Tem tanta gente por aí se livrando do vício de drogas pesadas, de crack, de álcool, de cigarro. Por que você não conseguiria viver sem carne ou sem queijo? Onde está a força da sua vontade?”
O que é a Vitela?
“A carne deve ser branca, obtida de animais anêmicos, quesito que define a qualidade e o preço do produto.”
Essa frase eu encontrei na Internet, num guia que ensina como produzir carne de vitelo, ou seja, de bezerros.
Vejam que o próprio guia diz que os pobres dos bezerrinhos precisam ser anêmicos, porque assim a carne fica clara e macia.
A produção de vitelo ou vitela é mais um elo da cadeia de sofrimento da indústria do leite. Só surgiu porque ninguém sabia o que fazer com os bezerrinhos machos que nasciam.
Como todo mundo sabe, a vaca só produz leite quando tem filhotes, as “meninas” serão futuras vacas produtoras de leite, mas os “meninos” são considerados não lucrativos.
Num vídeo de criação de vitela, eles tratam o pobre do bezerrinho macho como um “custo sem retorno”.
E se não virar vitela, o destino dele é ser vendido para o salsicheiro.
Sabem quanto valia a vida de um bezerro?
Dez reais! Isso mesmo, vendiam o bezerro para fazer salsicha e até linguiça por dez reais!!
Quem quer patrocinar tanto sofrimento?
Essa frase eu encontrei na Internet, num guia que ensina como produzir carne de vitelo, ou seja, de bezerros.
Vejam que o próprio guia diz que os pobres dos bezerrinhos precisam ser anêmicos, porque assim a carne fica clara e macia.
A produção de vitelo ou vitela é mais um elo da cadeia de sofrimento da indústria do leite. Só surgiu porque ninguém sabia o que fazer com os bezerrinhos machos que nasciam.
Como todo mundo sabe, a vaca só produz leite quando tem filhotes, as “meninas” serão futuras vacas produtoras de leite, mas os “meninos” são considerados não lucrativos.
Num vídeo de criação de vitela, eles tratam o pobre do bezerrinho macho como um “custo sem retorno”.
E se não virar vitela, o destino dele é ser vendido para o salsicheiro.
Sabem quanto valia a vida de um bezerro?
Dez reais! Isso mesmo, vendiam o bezerro para fazer salsicha e até linguiça por dez reais!!
Quem quer patrocinar tanto sofrimento?
Solidão
Tristeza
Abandono
Longe da mãe
Sem direito à vida
Um simples objeto de lucro
A verdade na mesa
Eu não sei por que as pessoas acham que beber leite é diferente de comer carne. Há uma frase bem certa que diz que há tanto sofrimento num copo de leite quanto num pedaço de bife. Quando alguém compra uma caixa de leite está apoiando toda uma cadeia de crueldade. Eu sei, eu já disse isso outras vezes, né? Mas não tem jeito, não consigo me acostumar com esse jeito que as pessoas têm de não buscarem saber como é produzido o que elas comem e bebem todos os dias. E isso não é só com o leite, é com a carne também. Nós somos aquilo que comemos. Eu faço um desafio: você é capaz de assistir aos filmes abaixo e encarar o que você é?
A Carne é Fraca. Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida. Brasil, 54 min., 2004.
Alma Patrick Rouxel. França, 65 min., 2010.
Terráqueos. Shaun Monson. EUA, 95 min, 2005.
Uma Verdade Mais que Inconveniente. Claudine Everaert e Gertjan Zwanikken. Holanda, 70 min, 2008.
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