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Basta ser vegano?


Este assunto, que foi tema de minha participação no 2º Encontro Nacional de Direitos Animais, tem sido constante em minhas reflexões.
Será que tornar-se vegano é o objetivo final de uma existência, em termos de desenvolvimento pessoal? Claro que não. No entanto, tenho percebido esse equívoco em algumas criaturas que, por terem optado pelo veganismo, acreditam que chegaram lá, e que tornaram-se, então, automaticamente, superiores aos demais mortais habitantes da superfície de nosso sofrido planeta.
Esquecem-se talvez, de que a não agressão, o respeito a todas as formas de vida, o caráter, a boa vontade, e tantas outras qualidades são desafios diários que todos nós experimentamos na escola da vida. E que esse é um trabalho eterno.
Tá!  Mesmo que os animais estejam em primeiríssimo plano para nós, então nossos queridos animais não precisam de um habitat natural e saudável? Os irmãos das águas poderão sobreviver em meio a rios e oceanos poluídos? A s aves não precisam das árvores?  É lá que se abrigam, fazem seus ninhos, se alimentam.  E de que forma cada um de nós está participando para poupar e também para recuperar essas preciosidades, ou, ao menos não poluí-las e destruí-las ainda mais?
Não é preciso nada mirabolante: apenas consciência e vontade.  Recolhemos os dejetos de nossos cães durante os passeios e levamos para nossa própria lixeira ou a uma lixeira pública, ou preferimos dispensar numa lixeira particular, jogar no meio fio, ou ao pé de uma árvore?  Suas escolhas determinam a energia que as pessoas irradiarão para você e para seu animal.
Com relação às queridas e imprescindíveis árvores, será que cuidamos daquela que está defronte à nossa casa, prédio ou escritório? Olhamos para ela? Aguamos na seca, retiramos o lixo nela jogado e desafogamos o cimento que a sufoca? Poupamos ao máximo nosso uso de papel ?
Reutilizamos a água que gastamos nas pias, tanques e chuveiros?  Faço isso na minha casa, e não é nada complicado, é só colocar um balde ou bacia embaixo das torneiras: as águas de pias de cozinha e tanques, servem para aguar plantas e lavar pisos de quintal. A que sai do chuveiro (enquanto aquece) pode ser usada para lavar uma peça de roupa, para lavar a pia. Todas servem para jogar no vaso sanitário, evitando alguma descarga.
Dentro do quintal recolho as fezes dos cães em jornal.   Na rua, em sacolas plásticas que recolho das ruas mesmo. Já notaram a quantidade de sacolinhas que voam ao vento, porque alguém retirou o que estava dentro na saída do supermercado e abandonou a sacolinha?  Vou recolhendo e coletando para os passeios dos dias seguintes. Para minhas próprias compras levo sacola retornável.
Há muitas outras atitudes simples que podemos adaptar para nosso cotidiano. Cada um tem seu esquema de vida e sabe o que pode fazer para não deixar muitos rastros. É só adaptar ao seu próprio esquema aquilo que for possível para você. Dá um pouco mais de trabalho, mas dá muita satisfação também. Essas pequenas manifestações de amor pela natureza têm grande peso no lado positivo da balança que irradia energia para nossa mãe Terra. Que está, assim como os animais, sendo explorada ao extremo. Vamos cuidar dela oferecendo nosso amor, que transforma e cura?

Setentinha… muito bom, por Nina Rosa

Escrevo por que sinto alegria em fazer setenta anos. São dez ciclos de sete, e deu tempo de realizar alguns trabalhos, apesar de que minha vida real só começou aos 50, quando “descobri” minha função para com os animais.
Agradeço ao Cosmos, pois poderia ter passado esta vida inteira sem saber a que vim. No balanço geral dos anos passados, aprendi que conectar-se com a intuição e segui-la é nossa grande contribuição para encontrarmos o que nossa alma procura.
Sim, até os 50 foram muitas e diversas experiências, todas válidas, todas elas me trouxeram até aqui. Havia, porém, um sentimento de vazio, uma busca interna que antes morava dentro de mim apesar dos casamentos, dos amores humanos, das diversas atividades, trabalhos, viagens…havia uma certa solidão em meio a tudo isso.
E hoje, que levo uma vida muito mais reservada do que então…não sinto solidão. Sinto gratidão!
Tenho aprendido muito com os animais. Também com os humanos, quando percebo que todos temos uma centelha de Amor a ser desenvolvida. Acredito nas palavras de Nelson Mandela: “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender. E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.”
Muito bom ter me permitido envelhecer com maturidade.Escrevo por que sinto alegria em fazer setenta anos. São dez ciclos de sete, e deu tempo de realizar alguns trabalhos, apesar de que minha vida real só começou aos 50, quando “descobri” minha função para com os animais.
Muito bom ter me permitido envelhecer com maturidade.
Muito bom ter me tornado vegana, defensora dos animais, ter direcionado todo esse grande amor a eles de forma positiva e concreta. Muito bom!
E continuo aqui, para o que der e vier.

Atenção ao escolher passeador!, por Nina Rosa

Muitas pessoas que não têm o tempo necessário para dedicar aos passeios e socialização de seus cães contratam esses serviços, o que é ótimo, pois os cães precisam muito desses momentos para gastar energia, socializar, fazer as necessidades, se exercitar.
No entanto é necessário conhecer bem ou acompanhar de perto de vez em quando para não entregar seus animais a pessoas brutas ou desatentas.
Tenho presenciado casos onde realmente sinto pena dos animais, puxados com violência, ou então guiados por alguém totalmente ocupado no celular, que vai arrastando animais, sem perceber quando eles sinalizam que querem fazer suas necessidades.
Outro dia abordei um, que levava dois cachorrinhos de pequeno porte e não os deixava parar em nenhum poste ou matinho, por mais que eles tentassem. Puxava violentamente a guia dos pobrezinhos que, num sol escaldante vestiam roupinhas. Conversei sobre o calor, sugerindo que tirasse as roupinhas, o que ele não fez. Perguntei por que puxava com tanta força sempre que eles tentavam dar uma paradinha para suas necessidades, e ele alegou que a “dona” dos animais pediu que eles os educasse, pois eles eram terríveis!!! Quando sugeri educação por recompensa informou que ele tinha mais de 10 anos de experiência.
Nesse dia eu estava com meus animais e não pude segui-lo, para ver onde moravam aqueles desafortunados cães e “dona”. Ela, desafortunada por que está sendo enganada, pagando por um desserviço, e eles, por que estão sendo maltratados na hora que deveria ser uma das mais prazerosas do dia.
O passeio deve ser para o animal, e não para o humano. Isso faz toda a diferença.
Portanto, cuidado! Não se fiem nos “anos de experiência”. Melhor que tudo é contratar uma protetora de animais do seu bairro, que ao menos fará o serviço com amor.

INSTITUTO NINA ROSA EM JANEIRO


                13/02/2013
 
INR em janeiro
Contra locação de animais
O Instituto Nina Rosa apoiou o resgate de animais que eram explorados por empresas de aluguéis de cães como "seguranças". Os animais estavam abandonados, desnutridos, maltratados e doentes.  Diga não à comercialização e aluguel de vidas!. Assine petição aqui.




 
Calendário para os animais
O INR foi prestigiar o lançamento do calendário da ONG Ampara Animal. As modelos de janeiro não poderiam ser melhores: a linda pit bull Julieta e Ellen Jabour, estrela do nosso filme A Engrenagem, com a mensagem "Violência é de quem cria".  O calendário pode ser comprado nas lojas Fnac.




 
Cine- Debate Recife - SP
Sociedade Vegetariana Brasileria do Recife exibio no 3º Cultura Veg  o filme  A Engrenagem. Após assitirem ao curta, os participantes debataram sobre os temas levantados na obra.
 




 
Trabalho de campo
O INR, junto com a ONG Natureza em Forma, foi visitar semanalmente os animais acolhidos em ações de resgate. Os animais contam também com o apoio do Hotel United Dogs e atenção do médico veterinário homeopata André Paduan, da comportamentalista Sophia Novoa para deixá-los aptos para adoção.

MANIFESTE-SE A FAVOR DA LEI DA ROTULAGEM


1 - ASSINE A PETIÇÃO PARA APOIAR A DERRUBADA DESTE VETO NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

http://www.peticao24.com/signatures/pela_derrubada_do_veto_do_projeto_de_lei_47909_lei_da_rotulagem/


2 - ENVIE EMAIL, COM SUGESTÃO DE TEXTO ABAIXO, PARA:

secretariaparticular@sp.gov.br


Exmo Governador Geraldo Alckmin,

Manifesto o meu repúdio ao veto proferido ao projeto de lei 479/09, que tem como objetivo garantir informação completa sobre os produtos e seus componentes, bem como sobre os métodos de produção de tais produtos e componentes. Desta forma o projeto de lei garantiria transparência ao consumidor, atendendo aos princípios da informação e da dignidade da pessoa humana, garantidos na Constituição da República, bem como o direito à informação, assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor.  

O seu veto negou à sociedade o direito de escolher os seus produtos com clareza e de acordo com seus princípios éticos, que é o caso dos defensores dos animais, veganos e vegetarianos. 

Não nos esqueceremos de vossa ação, contra nossos direitos constitucionais, nas próximas eleições.











Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados.
Mahatma Ghandi

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN VETA A LEI DA ROTULAGEM



O Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, vetou a projeto de lei 479/09, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho conhecido como LEI DA ROTULAGEM

Com o objetivo de garantir informação completa sobre os produtos e seus componentes, bem como sobre os métodos de produção de tais produtos e componentes, o projeto de lei garantia transparência ao consumidor, atendendo aos princípios da informação e da dignidade da pessoa humana, garantidos na Constituição da República. 

Com a justificativa de "inarredável inconstitucionalidade" e dizendo "que a comercialização dos bens produzidos no país não se limita ao espaço de um determinado Estado. É o que decorre da legislação vigente. Ademais, se a produção e o consumo ocorrem no âmbito da Federação, sobressai obstáculo lógico ao intento de estabelecer regra de rotulagem para o território do Estado de São Paulo." o governador negou à sociedade o direito de escolher os seus produtos com clareza e de acordo com seus princípios, que é o caso dos defensores dos animais, veganos e vegetarianos.

"Não concordamos com o veto, uma vez que ele contraria os preceitos preconizados pelo código de defesa do consumidor, que se constitui no direito inalienável do consumidor poder ter todas as informações para exercer seu poder de escolha na aquisição de qualquer produto. Este veto representa um desrespeito a sociedade, deixando-a alijada de exercer o seus direitos." diz Feliciano.


Leia o veto abaixo


VETO TOTAL AO PROJETO DE LEI Nº 479, DE 2009
Mensagem A-nº 014/2013, do Senhor Governador do Estado

São Paulo, 6 de fevereiro de 2013

Senhor Presidente




Tenho a honra de transmitir a Vossa Excelência, nos termos do artigo 28, § 1º, combinado com o artigo 47, inciso IV, da Constituição do Estado, as razões de veto aoProjeto de lei nº 479, de 2009, aprovado por essa nobre Assembleia, conforme Autógrafo nº 30.013.

De origem parlamentar, a propositura determina que na comercialização de qualquer produto, embalado, vendido a granel ou “in natura”, que contenha animal, componente animal ou que tenha sido elaborado através de método que utilize animal, o consumidor deverá ser informado de tais circunstâncias, no rótulo da embalagem ou do recipiente em que estiver contido, dependendo do caso, com as expressões "produto de origem animal” ou “componente do produto de origem animal” ou “produto testado em animal” ou “componente do produto testado em animal” ou “produto produzido a partir de teste em animal” ou “componente do produto produzido a partir de teste em animal”, em língua portuguesa, com caracteres de tamanho e formato que as tornem ostensivas e de fácil visualização, o que também deverá constar do documento fiscal, para que a informação acompanhe o produto ou ingrediente em todas as etapas da cadeia produtiva; fixa o prazo de 365 dias para estabelecimentos comerciais, empresas, produtores e fornecedores se adequarem à norma, e submete os infratores à multa de 10 UFESPs por unidade comercializada, suspensão temporária da atividade, ou cassação da licença de funcionamento, penas estas aplicadas isolada ou cumulativamente, sem prejuízo das de natureza civil, penal ou administrativa.
        
A despeito dos bons propósitos da iniciativa, vejo-me compelido a desacolher a medida, em razão de inarredável inconstitucionalidade.

Embora seja admitido ao Estado, no exercício da competência legislativa concorrente que lhe defere a ordem constitucional (artigo 24, inciso V, e seus parágrafos, da Constituição Federal), editar normas suplementares sobre o direito à informação satisfatória e suficiente, já estabelecida pelo Código de Defesa do Consumidor (artigo 6º, inciso III), não lhe é dado fazê-lo, todavia, nos moldes previstos na propositura.

         No caso, incide a norma geral do Código de Defesa do Consumidor, segundo a qual o consumidor tem o direito básico à informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem (artigo 6º, inciso III).

 O direito à informação abrangente e satisfatória existe e está no Código. Por isso, para normatizar a rotulagem de produtos, definidos como “qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial” (artigo 3º, § 1°, CDC), a União estabelece regras de caráter geral, já que a produção de bens tem alcance nacional e exige uniformidade, pois circulam pela Federação e os rótulos têm a finalidade de garantir a segurança e a saúde do consumidor.

         Não é por outras razões que existem normas federais - leis e respectivos regulamentos, para ordenar a produção e a comercialização, incluindo a rotulagem, de alimentos (Decreto-lei nº 986, de 21 de outubro de 1969); agrotóxicos (Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989); transgênicos (Decreto nº 4.680, de 24 de abril de 2003 e Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005); bebidas (Lei nº 8.918, de 14 de julho de 1994); medicamentos, drogas, insumos farmacêuticos, cosméticos, saneantes e outros produtos (Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976); ou para advertir sobre a presença específica de componentes, como o caso do glúten (Lei nº 10.674, de 16 de maio de 2003).

         Nesse sentido, cumpre anotar que a Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, nos termos da qual compete a União normatizar, controlar e fiscalizar produtos, substâncias e serviços de interesse para a saúde, ao definir o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, criou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, atribuindo-lhe a execução de tais encargos.

No que respeita à qualidade nutricional, a Agência, no exercício de suas atribuições, editou a Resolução ANVISA RDC nº 360, de 23 de dezembro de 2003, que aprova o Regulamento Técnico sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados, tornando obrigatória a rotulagem nutricional, na qual devem ser declarados o valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans e sódio.

         Como se constata, a rotulagem de produtos, sejam eles quais forem, demanda regulação federal, uma vez que a comercialização dos bens produzidos no país não se limita ao espaço de um determinado Estado. É o que decorre da legislação vigente. Ademais, se a produção e o consumo ocorrem no âmbito da Federação, sobressai obstáculo lógico ao intento de estabelecer regra de rotulagem para o território do Estado de São Paulo.

         Quanto às penalidades, cumpre-me registrar que as regras estatuídas colidem com as disposições obrigatórias dos artigos 56 e seguintes do Código de Defesa do Consumidor.

         Tendo em vista o quadro normativo que rege a matéria, conclui-se que o projeto, ao se contrapor à ordem constitucional para estabelecer regra de caráter geral sobre produção e consumo, competência reservada à União, extrapola a competência própria dos Estados, ferindo, com isso, o artigo 24, inciso V, § 2º, da Constituição da República e, em consequência, o princípio federativo sobre o qual repousa a partilha de competência das unidades federadas.

         Finalmente, cabe anotar que a questão relativa ao exercício da competência suplementar sobre produção e consumo, envolvendo a rotulagem, vem sendo decidida pelo Supremo Tribunal Federal em sintonia com tal entendimento, conforme ADI 910-9/RJ e ADI 3645-9/PR.

Expostos os motivos que fundamentam o veto que oponho ao Projeto de lei nº 479, de 2009, restituo o assunto para o oportuno reexame dessa ilustre Assembléia.

Reitero a Vossa Excelência os protestos de minha alta consideração.



Geraldo Alckmin
GOVERNADOR DO ESTADO










A Sua Excelência o Senhor Deputado Barros Munhoz, Presidente da Assembleia Legislativa do Estado.

A CORAGEM DE FAZER O BEM



Amigo dos animais,
 
No início desta semana, soubemos que haveria um rodeio em Pindamonhangaba-SP com prova de laço de bezerro. A revolta e indignação tomou conta de nós. Mas o que fazer, se faltavam apenas 3 dias para o evento começar?  Lamentar e dizer "ai que horror" nas redes sociais?! Nos sentindo de mãos atadas, entramos em contato com diversos especialistas para nos orientar como impedir, ou ao menos, fazer chegar a voz dos animais aos promotores. Reunimos documentos, outras organizações e mandamos uma carta à Promotoria da cidade junto com o dvd Vida de Cavalo, na certeza de que, pelo menos, eles saberiam que há pessoas empenhadas pelos direitos dos animais.
Para nossa grande surpresa, recebemos hoje um email da Promotora Luciana Polenti Cremonese, informando que a denúncia foi deferida e que não haverá a prova.
Essa história aconteceu conosco do INR, mas poderia ser com você, com algum amigo... não importa se você é pessoa física ou jurídica, médico ou ativista, os animais precisam de você, de sua coragem de fazer o bem. E quando fazemos o bem, ele irradia!
Gratidão ao Dr. Laerte Levai, Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, Quintal de São Francisco e Lilian Rockenbach.
Gratidão à Promotora de Pindamonhangaba, por ouvir a voz dos animais e acreditar nela.
 
O silêncio encoraja o torturador, NUNCA o torturado!
                                                                Elie Wiesel
Amigo dos animais,

No início desta semana, soubemos que haveria um rodeio em Pindamonhangaba-SP com prova de laço de bezerro. A revolta e indignação tomou conta de nós. Mas o que fazer, se faltavam apenas 3 dias para o evento começar? Lamentar e dizer "ai que horror" nas redes sociais?! Nos sentindo de mãos atadas, entramos em contato com diversos especialistas para nos orientar como impedir, ou ao menos, fazer chegar a voz dos animais aos promotores. Reunimos documentos, outras organizações e mandamos uma carta à Promotoria da cidade junto com o dvd Vida de Cavalo, na certeza de que, pelo menos, eles saberiam que há pessoas empenhadas pelos direitos dos animais.

Para nossa grande surpresa, recebemos hoje um email da Promotora Luciana Polenti Cremonese, informando que a denúncia foi deferida e que não haverá a prova.

Essa história aconteceu conosco do INR, mas poderia ser com você, com algum amigo... não importa se você é pessoa física ou jurídica, médico ou ativista, os animais precisam de você, de sua coragem de fazer o bem. E quando fazemos o bem, ele irradia!

Gratidão ao Dr. Laerte Levai, Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, Quintal de São Francisco e Lilian Rockenbach.

Gratidão à Promotora de Pindamonhangaba, por ouvir a voz dos animais e acreditar nela.

O silêncio encoraja o torturador, NUNCA o torturado!
Elie Wiesel

Resgate dos cães da Vila Guilherme



Cães usados para locação, abandonados em um terreno na Vila Guilherme.
Oito cães abandonados em um terreno, sem comida, sem água, sem atendimento veterinário, como mostra a foto acima do cão mutilado em uma briga (provavelmente)


Vídeo gravado pelos protetoras do Projeto Salvacão

O Instituto Nina Rosa ficou responsável por dois destes cães. 

 Projeto Salvacão ficou responsavel pela Fuça (cadela com fucinho mutilado)

 Silvana Camargo Mitne que ficou responsável pelo pastor capa preta  

Juka Sobreiro que ficou responsável pelo Rot (de nome Pequeno), 

 União SDR que ficou responsável pelo outro filhotão de Pastor (de nome Juka)  

Simone que ficou responsável pela Pitbull  

Projeto Resgate Cãomigo que ficou responsável pelo fila (de nome Leão). 

Para adoção: Ratos de Laboratório - Doados em casais do mesmo sexo



Nós seriamos usados para testes, fomos resgatados e agora precisamos de um lar com respeito pela nossa vida.
 
Sociáveis e se acostumam facilmente ao ser humano, fáceis de cuidar, não exigem um espaço muito grande sua alimentação é principalmente de ração, frutas e legumes, são ótimos para serem animais de estimação.
 
Saiba mais sobre esses os ratos twister: http://ratterybrasil.blogspot.com.br/
 

Loja do Centro de Adoção - Rua General Jardim 234, centro-SP/SP -11 3151-2536

Instituto Nina Rosa em Novembro


                05/12/2012
 
INR em novembro
 


Trabalho de campo - Aldeia Jaraguá
A presidente, Nina Rosa Jacob, participou do mutirão de saúde na aldeia indígena do Pico do Jaraguá em São Paulo junto com voluntários do CCZ e da ONG Natureza em Forma. Dezenas de animais receberam vermifugação, anti-pulgas, banho e tosa e alimentação.
 



Lançamento online
Numa linguagem descontraída, o filme tem a participação voluntária da modelo e apresentadora Ellen Jabour e do ator Eduardo Pires, ambos vegetarianos, e tem o objetivo de alertar e levantar algumas questões como "Você já se perguntou de onde vem nossa comida? Quais os impactos que ela nos traz? A Engrenagem responde".
Para assistir, clique aqui


 


Mostra AnimalDurante a III Mostra Animal, foi exibido os vídeos Pense Nisso e A Engrenagem. Após a exibição do último a diretora do INR, Mônica Buava Caliman, conversou com a platéia sobre a produção dos vídeos e respondeu a perguntas.

 


Comissão Antivivissecção
A presidente do INR, Nina Rosa Jacob, participa da comissão anti-vivissecção organizada pelo deputado estadual Feliciano Filho.
 



Trabalho de campo
O INR, junto com a ONG Natureza em Forma, foi visitar semanalmente os animais acolhidos em ações de resgate. Os animais contam também com o apoio e atenção do médico veterinário homeopata André Paduan e da comportamentalista Sophia Novoa para deixá-los aptos para adoção.

 


Calendário Celebridade Vira-Lata
Equipe INR foi prestigiar a exposição e lançamento do Calendário Celebridade Vira Lata . A renda será revertida para mutirões de castração.

 


A Carne é Fraca nas bancas
Em comemoração ao 6º aniversário da  Revista dos Vegetarianos , ganha o leitor, pois encontrará nas bancas de São Paulo a revista com 2 surpresas para incentivar os iniciantes: o dvd A Carne é Fraca e o guia de Restaurantes 2013.
 
Participe desta transformação, Adote o INR
Banco Bradesco
Agência 0421 conta corrente 117018-0
cnpj 04.085.217/0001-00
Saiba mais aqui

NATAL, por Nina Rosa


Temos conhecimento que, basicamente, o Natal é a data comemorativa da chegada a este planeta, de um ser Divino, que veio a Terra para nos ensinar que não somos apenas matéria perecível, mas também seres espirituais imortais.
E o que fazemos para agradecer essa dádiva?
Comemoramos a data da vinda desse exemplo de puro Amor esquartejando animais, para devorá-los à mesa, com nossos entes queridos, como se isso fosse natural. Ensinamos às crianças que isso é até desejável e que deve ser perpetuado. Nem ao menos lhes contamos todo o sofrimento, o desperdício de água e impacto ambiental negativo, que também estão servidos à mesa. Deixamo-las tão iludidas quanto nós mesmos, acreditar que o nascimento desse Mestre só pode inspirar consumo obrigatório e exacerbado. Vê-se, por aí, que comerciantes estão fazendo um trabalho mais eficaz que o nosso próprio.
Não contentes com a degradação dos reinos animal e mineral, compramos árvores serradas em sua parte vital, ceifando também sua possibilidade de vida. Depois, passadas “as festas”, jogamo-las no lixo, pois obviamente essas nossas irmãs morrem nas latas onde fingimos que foram plantadas.
Companheiros de planeta, até quando? Para que? Não podemos culpar o sistema, pois ele é composto de indivíduos, como nós, que temos o livre-arbítrio, o que, dentro da lei da ação e reação nos faz responsáveis por todas as bênçãos e por todas as mazelas que, por meio de nossos atos, atraímos para nossas vidas.
Vamos mudar isso? Vamos juntos parar essa Engrenagem de destruição? Vamos mudar o mundo? Não façamos promessas para o novo ano, mudemos já!

"A Engrenagem" e "Pense Nisso" na Mostra Animal de Cinema.



Pense Nisso com Thaila Ayala e Paulo Vilhena

"Pense nisso" desperta os espectadores para a realidade cruel a que os animais são submetidos na indústria da carne. O consumo de carne está na contra-mão da tão necessária cultura da paz.
Horário de exibição dia 15/11 quinta feira às 15h00. Assita aqui

A Engrenagem com Ellen Jabour e Eduardo Pires

Numa linguagem descontraída, o filme tem a participação voluntária dos apresentadores, ambos vegetarianos, e tem o objetivo de alertar e levantar algumas questões como "Você já se perguntou de onde vem nossa comida? Quais os impactos que ela nos traz? A Engrenagem responde. "
Horário de exibição dia 16/11 sexta feira às 16h00. Assita aqui


INSTITUTO NINA ROSA LANÇA " A ENGRENAGEM"

Você já se perguntou de onde vem nossa comida? Quais os impactos que ela nos traz? 

A Engrenagem responde.




Inspirado no documentário A História das Coisas*. Tem roteiro e direção da cineasta Denise Gonçalves (A Carne é Fraca e Não Matarás) e animação de Airon Barreto (Cosmic Cartoons).

O filme foi realizado pelo Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida | www.institutoninarosa.org.br.

Curta a página do Instituto Nina Rosa no Facebook e acompanhe o projeto.




Nota:

* A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, que vai direto ao ponto: como colaboramos diariamente pra destruir o planeta. Mostra passo a passo a cadeia de eventos que vai da exploração dos recursos naturais, passando pelo produto manufaturado, a compra e o descarte, até chegar ao lixão, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

O INSTITUTO NINA ROSA LANÇA "A ENGRENAGEM "



No mês em que se comemora o dia do veganismo, 01 de novembro, o Instituto Nina Rosa lança o curta “A Engrenagem”.

A discussão sobre o veganismo e seus benefícios ao meio ambiente e ao futuro é extensa e muito mais complexa do que simplesmente parar de comer carne. Envolve a diminuição da poluição atmosférica, a preservação de recursos vegetais e hídricos, e muitas outras questões.

Numa linguagem descontraída, o filme tem a participação voluntária da modelo e apresentadora Ellen Jabour e do ator Eduardo Pires, ambos vegetarianos, e tem o objetivo de alertar e levantar algumas questões como “Você já se perguntou de onde vem nossa comida? Quais os impactos que ela nos traz? A Engrenagem responde. “

O curta tem 15 minutos e é inspirado no documentário A História das Coisas*. Tem roteiro e direção da cineasta Denise Gonçalves (A Carne é Fraca e Não Matarás) e animação de Airon Barreto (Cosmic Cartoons).

O filme foi realizado pelo Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida | www.institutoninarosa.org.br.

Curta a página do Instituto Nina Rosa no Facebook e acompanhe o projeto.



Nota:

* A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, que vai direto ao ponto: como colaboramos diariamente pra destruir o planeta. Mostra passo a passo a cadeia de eventos que vai da exploração dos recursos naturais, passando pelo produto manufaturado, a compra e o descarte, até chegar ao lixão, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

Visita ao Hospital Público Veterinário



Amigo dos animais,

Na sexta- feira (21), fomos conhecer a ampliação do 1º Hospital Veterinário Público, criado pelo vereador e candidato à reeleição Roberto Tripoli (43666) com a colaboração do Instituto Nina Rosa e da Anclivepa.

O hospital atende de segunda a sábado, das 07h às 19h à rua Profº Carlos Zagotis, 3 Tatuapé São Paulo- SP. (travessa da Radial Leste entre as estações Tatuapé e Carrão do metrô)

O serviço atende cães e gatos de pessoas de baixa renda que não podem pagar por serviços particulares. Animais que antes sofriam sem atendimento, hoje podem ter tratamento e uma chance de viverem com dignidade.

Desejamos que este seja o primeiro de muitos outros na cidade de São Paulo e no Brasil inteiro.

Instituto Nina Rosa


fachada do novo prédio

Unidade de Tratamento Intensivo 

cada tutor leva seu animal como pode.


sala de espera, após a triagem. Animais em estado de emergência e urgência têm atendimento prioritário.


A saúde é um direito de todos.


Nina Rosa Jacob (presidente INR), Dr. Wilson Grassi (conselheiro Anclivepa), Mônica Buava Caliman (diretora INR) e Lito Fernandez (presidente Natureza em Forma) 

Comissão Antivivissecção vai lutar contra a prática que dizima animais em laboratórios e universidades

Odete Miranda, Sergio Greif, Feliciano Filho, Vania Tuglio,
Nina Rosa Jacob e Sonia Fonseca
Em reunião na Assembleia, foi estimado que cerca de 100 milhões de animais morrem ao anoDa Redação: Marisa Mello Fotos: Márcia Yamamoto

Mais de 100 milhões de animais mortos no mundo. Esse é o saldo anual de experimentos científicos com animais, seja em testes laboratoriais para indústrias ou em universidades, que incluem a prática da vivissecção, a qual consiste na experiência com o animal vivo e, na quase totalidades das vezes, sem anestesia. A informação foi veiculada na reunião da Frente Parlamentar de Defesa e Direito dos Animais, realizada na quarta-feira, 19/9, na Assembleia Legislativa, conduzida pelo deputado Feliciano Filho (PEN), com o objetivo de lançar a Comissão Antivivissecção.

Antes do debate, foi exibido o vídeo Não matarás, produzido pelo Instituto Nina Rosa, sobre a vivissecção. O vídeo esclarece que a prática, apesar de arcaica, ainda é utilizada como procedimento padrão em universidades e laboratórios industriais. Animais saudáveis e, muitas vezes, provenientes de centros de zoonoses são cortados, queimados, privados de comida e induzidos a estresse em aulas de veterinária, farmacologia, medicina, biologia e demais cursos ligados a área de biomédicas. O mesmo acontece em testes laboratoriais para indústrias de cosméticos, de produtos automotivos, de materiais de limpeza etc.

O biólogo Sergio Greif lembrou, no vídeo, que o manual de vivissecção ensina como matar os animais, como ratinhos, após o teste: "segurando a cabeça e puxando a cauda para destroncar a coluna" ou, como um professor de Greif preferia, "batendo a cabeça do animal na bancada de estudo". A prática no Brasil é ilegal, uma vez que a lei obriga o emprego de anestesia, o que não é feito na vivissecção.

Infelizmente no nosso país, a vivissecção é aceita por 93% dos alunos, apesar de a prática consumir no Brasil entre quase 300 cães e coelhos ao ano. Na Inglaterra, o procedimento não é utilizado desde 1963 e, nos EUA, 90% das universidades não a usam mais.

O vídeo mostrou ainda o Teste Draize, que é feito mediante a aplicação de corrosivos para baterias automotivas, além de cosméticos nos olhos de coelhos, o que os deixa cegos e num infinito processo inflamatório. Já os cães que permanecem longo tempo em testes têm as cordas vocais arrancadas para não incomodar os pesquisadores com seus latidos de dor.

A professora da USP, Irvênia Prada, destacou que existem métodos alternativos de testes que descartam o uso de animais e que muitos fatos mostram que a tranferência de experimentos de uma espécie para outra não é adequada. Exemplo disso é a talidomida (remédio contra enjôo), que ministrada a grávidas, na década de 60, provocou sequelas (como ausência de membros inferiores ou superiores) nos bebês gerados.

Iniciativa permanente

Feliciano lembrou que a Comissão Antivivissecção tem que ser permanente e não pode ser encarada como um ato político. O deputado disse que as manifestações em defesa dos animais têm avançado e que os Estados de São Paulo - com lei de sua autoria -, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás (em breve) baniram as câmaras de gás para o sacrifício de animais abandonados.

Também participaram do debate Sonia Fonseca, presidente do Fórum Nacional em Defesa dos Animais, Vania Tulio, Nina Rosa e Sergio Greif. Sonia é bióloga e lembrou o sofrimento que teve ao ser obrigada a usar a vivissecção na universidade. "Não sei como pessoas que presumimos serem evoluídas, os cientistas, insistem nessa prática." Nina Rosa, produtora do vídeo, acredita que é preciso abolir a prática que consome muito dinheiro e energia. "Esse custo deveria ser investido na busca de alternativas que permitam a preservação dos animais."

Vania abordou o aspecto jurídico da vivissecção que, segundo ela, é um assunto difícil, pois depende de decisões judiciais que mudam a cada vara de justiça. "O que podemos evitar judicialmente num primeiro momento é a prática para a ciência puramente investigativa, a qual já não se justifica. Na sequência, podemos evitar os experimentos voltados a indústrias de comésticos e de produtos de limpeza. "É a Anvisa que regra esses segmentos e é essa agência que estabelece as formas dos testes", disse Vania, reforçando que a Anvisa muitas vezes exige das indústrias testes seguidos, mesmo já havendo estudos suficientes, os quais poupariam a vida de muitos animais. Quanto às universidades, estas deveriam ser obrigadas a esclarecer os alunos acerca da prerrogativa de recusa que eles têm no que se refere à vivissecção. Vania ainda sugeriu a criação de uma secretaria com status de ministério para a defesa da fauna, uma vez que "o animal não poder continuar a ser visto como objeto, afinal ele tem um valor intrínseco". 

Greif, que está no vídeo, participou da mesa de debates destacando que a vivissecção nunca foi necessária, em tempo algum, nem mesmo na antiguidade. "É sabido que não há resposta para tudo na ciência e também que muitas pesquisas sequer precisariam ou precisam serem feitas."

ALESP

Primeira Comissão Antivivisseccionista do Brasil

Convocação a todos os que amam animais e se sensibilizam com os sofrimentos a eles impostos nos laboratórios.

O deputado estadual Feliciano Filho está criando, na Assembleia Legislativa de São Paulo, uma Comissão Antivivisseccionista que será composta por técnicos, para fazer uma contraponto e desta maneira mostrar que a maioria dos experimentos é desnecessária e que existem alternativas.

Todos os defensores dos animais poderão participar deste primeiro encontro, onde serão discutidos os primeiros passos a serem dados.